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Rubem Braga contos por Edson Celulari
Do meu terraço, vejo o terraço de Rubem Braga. As plantas que ele plantou já são floresta. Que eu olho sempre como se ele ainda estivesse ali, diante da máquina, desdobrando o fio sutil das suas crônicas. Ninguém escreveu tão bem sobre os pequenos momentos, as mulheres que não se possuem, o olhar que se pousa sobre o outro, o doce trânsito do imaginário. Olho o terraço e escuto, na voz de Celulari, o sabiá da crônica voltar a cantar. Marina Colasanti
 
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Um pé de milhoAlomoço mineiroViúva na praiaLouvaçãoEm Roma, durante a guerraVisita de uma senhora do bairroLuto na família SilvaSizinando, a vida é tristeMeu ideal seria escreverLembrança de um braço direitoA nenhuma chamarás AldebarãHomem do marA companhia dos amigosO recado ao senhor 903A casaA primeira mulher do NunesMar
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