Poesias e crônicas grapiúnas
por Nevolanda Pinheiro


Os grapiúnas (nomeiam-se assim os nascidos na região do cacau, sul da Bahia) foram retratados e ficaram conhecidos, principalmente pela obra de Jorge Amado, que os revelou para o mundo em seus livros. Juntando-o a outros autores da mesma origem, nesta coletânea, Nevolanda Pinheiro, grande atriz que retirou-se precocemente para ali viver, comprova, com voz clara e emocionada, que no seu retorno continua a engrandecer a arte de dar vida a palavras
Paulinho Lima

POESIAS:

Jorge Amado

  • Rondó de Ofensiva
  • Cantiga para ninar Malvina
  • Lamento de Glória
  • Cantar de amigo de Gabriela

    Firmino Rocha

  • Rua da meninice em noite de maio
  • Mas amanhã eu serei
  • Poema
  • Aflição
  • Momento
  • Chuva
  • Deram um fuzil ao menino

    Cyro de Mattos

  • O Rio
  • O embarque

    Sosígenes Costa

  • Flor de cacau
  • A aurora e os leopardos
  • Abriu-se um cravo no mar
  • Pavão vermelho

    Florisvaldo Mattos

  • Duração do aroma
  • Grapiúna II (Água Preta)

    Vladelice Soares Pinheiro

  • Medo
  • Itabuna (2)
  • Existência
  • Rio Cachoeira
  • Paz
  • Um menino morreu de fome
  • Para ganhar um passarinho
  • Chico e o menino
  • Criação
  • Canto de amor (1)
  • Itabuna (1)
  • Cacau
  • Exame de consciência
  • Poema de primavera e paz
  • Despedida

    Telmo Padilha

  • Dualidade
  • Poema nada executivo
  • Fora de alcance
  • Ajustando a máscara
  • O anjo apunhalado

    CRÔNICAS:

  • Hélio Pólvora
    A mulher do Bataclã

  • Cyro de Mattos
    A cidade na memória

  • Jorge Amado
    Terras de ninguém

  • Euclides Neto
    A Jaquieira

  • Fernando Leite Mendes
    Os olhos azuis de D.Alina

  • Valdelice Soares Pinheiro
    Crônica do meu enterro